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Jade Autism leva software de desenvolvimento de autistas para o mundo

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Já vencedor da edição de 2020 da Gitex Future Stars, considerada a Copa do Mundo das startups, o Jade Autism retornou a Dubai para expandir sua atuação internacional.

 

Como os programas de internacionalização auxiliam a empresa?

 

Durante as atividades de imersão, as empresas têm a oportunidade de participar de uma vivência intensiva no cenário de tecnologia e inovação estrangeiro.

“É muito importante pelo ponto de vista da validação e aprendizagem,” explica o fundador Ronaldo Cohin. “É muito válido você ouvir feedbacks de outros players que não são óbvios dentro do seu País.”

Esses programas auxiliam CEOs e equipes de startups a desenvolver seus projetos com a experiência e os resultados financeiros que podem ocorrer nessas ocasiões vindos de premiações, contratos e até mesmo investimento. 

Além disso, oferecem a oportunidade de abrir fronteiras de diálogo, possibilitando a colaboração e a troca de informações entre fundadores e profissionais de diferentes culturas.

“Já estivemos no Canadá, através do programa StartOut da Apex, na Inglaterra fazendo parte de programas como Panaceas da Universidade de Oxford e somos incubados nos Emirados Árabes pelo Hub 71“, conta o diretor operacional Marcus Cunha. “São diferentes culturas, modelos de negócios diferentes e em todos conseguimos ter uma excelente aceitação e abertura para fazer novos negócios, uma validação que estamos no caminho certo.”

 

Por que o Jade Autism busca participar de programas de internacionalização?

 

O Jade, por meio destes programas, tem como objetivo se inserir no diálogo sobre o autismo, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional das crianças, seja em solo brasileiro ou internacional.

A missão é conscientizar a população geral sobre a verdade do autismo, os mitos que rondam diagnóstico e as diferentes facetas do transtorno. A ideia é atingir mais uma parcela de pais, familiares, profissionais de saúde e educação sobre as melhores práticas em relação ao autismo.

“Nós resolvemos um problema de escala global, quando ouvimos o que os profissionais de outros lugares, com culturas tão diferentes, como a dos Emirados Árabes, nos enriquece no ponto de vista de adequação para que possamos atender o maior número de pessoas possível”, diz Ronaldo. 

Isso porque, como diz Marcus, “ter uma atuação mais forte fora do Brasil é de extrema importância para ajudar mais famílias, até mesmo porque nosso aplicativo já é global sendo utilizado hoje em 179 países”.

Desmistificar conceitos antigos e inserir o uso da tecnologia para o benefício educativo, psicomotor e emocional das crianças. Essa é a chave do funcionamento do Jade e a razão dele ter encontrado em muitas pessoas a confiança e o trabalho para melhorar cada vez mais a relação terapêutica com crianças autistas.

 

O que o programa trouxe de benefícios para o Jade?

 

O princípio de levar as empresas brasileiras a diferentes ecossistemas de investimento tem diversas áreas e fases. Com especialistas de mercado internacional, o programa teve três missões: virtual, imersão e follow up.

Para esse programa, o Jade tinha como objetivo ampliar sua participação na vida de crianças autistas e seus responsáveis: “Apresentamos nossa nova plataforma, o Jade Edu, que é um Spin-off da nossa tecnologia terapêutica, voltada exclusivamente para a área da educação especial”, explica Ronaldo.

Esse trabalho é um resultado direto do impacto de programas anteriores, diz ele: “recebemos em 2020 inúmeras perguntas sobre o uso do então Jade Autism para a educação, que até poderia se adequar mas que não fora pensado para tal. Agora voltamos com essa novidade, preenchendo este vácuo.”

 

Como o Jade Autism pode ajudar o mundo?

 

Trabalhar com diferentes culturas e localidades já está no DNA do Jade Autism. Além de atingir um público por todo o Brasil, entre crianças autistas, suas famílias e os profissionais que as acompanham, temos feito trabalhos em outros países.

A ferramenta com que trabalhamos permite que as crianças desenvolvam habilidades cognitivas de forma lúdica e acessível para a faixa etária delas. Assim, a criança entende suas emoções e ações de uma forma mais adequada.

Por meio desses jogos, podem ser feitas intervenções terapêuticas. Os profissionais de saúde que acompanham a criança têm acesso ao seu progresso na plataforma e conseguem analisar os padrões de desenvolvimento, reforçando as melhores estratégias.

“A edição do ano passado foi uma virada de chave para empresa, o recurso financeiro da premiação nos proporcionou viabilidade para o desenvolvimento da nossa nova tecnologia e iniciarmos novos projetos”, conta o diretor. 

“A visibilidade do evento nos trouxe a oportunidade de fechar novas parcerias, negócios e poder que mais pessoas tenham o conhecimento sobre o nosso trabalho. O que não só ajuda no crescimento da nossa empresa, mas também contribui para que mais crianças com TEA possam ter mais ajuda em seu desenvolvimento”, continua Marcus.

E o que o Jade Autism buscou na edição deste ano? “Nosso foco foi validar todas as mudanças que fizemos nesses últimos 12 meses, que fizeram toda a diferença no Brasil, e esperamos que fizesse lá também. Agora sabemos que faz.”, concluiu Ronaldo.

Para saber mais sobre a nova ferramenta, leia em nosso blog!

 

 

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