fbpx

Blog

Conheça o Diretor de Marketing e Operações do Jade Autism, Marcus Cunha

marcus-cunha-jade-autism-socio-diretor-de-marketing

 

O Diretor de Marketing e Operações (COO) Marcus Cunha iniciou seu trabalho no Jade a partir de uma ligação do fundador, Ronaldo Cohin, com quem já tinha contato. A oferta era para uma oportunidade de participar em um programa de desenvolvimento de negócios como parte da equipe do Jade.

“Eu conhecia o termo autismo,” conta ele, “mas não fazia ideia do que se tratava. Após a ligação do Ronaldo que foi pesquisar e procurar entender tudo sobre o tema, até por que uma das minhas atuações no Jade è no contato com nosso público. Então para poder ajudar e resolver os problemas dos nossos clientes eu precisei mergulhar fundo e conversar, entender e ver a realidade dessas pessoas.”

Além disso, ele teve um trabalho de muita pesquisa e estudo dentro do universo das startups, que considera essencial para trabalhar na área: “Precisei da mesma forma que o autismo estudar muito sobre, empreendedorismo e startups, porque a administração de uma empresa de base tecnológica é muito diferente,” conta ele, que já trabalhou também em grandes varejistas. “As startups são instituições que trabalham sob constante incertezas, mudanças e estão sempre em validação.”

 

O crescimento de Marcus Cunha como empreendedor

 

“Devido a necessidade de ajudar em casa, eu comecei a trabalhar muito cedo, Já fiz de tudo um pouco, desde vender chup-chup a trabalhar em fábrica de calçados isso entre meus 10 aos 15 anos. Depois procurei oportunidades na área administrativa e comercial. Fiz alguns cursos de administração e designer de moda. Também me arrisquei com dois empreendimentos próprios no setor de moda”, conta ele.

Ele encara essa experiência multisetorial como formativa para seu desenvolvimento como parte de uma startup como o Jade. “Aprendizados de gestão de projetos e da criatividade, principalmente, me ajudaram muito no trabalho que desempenho hoje” explica ele, relacionado à experiência com a indústria da moda, “porque existem vários mini projetos em cada setor de uma startup e gerenciá-los, aplicar cronogramas e analisar os resultados é complicado. Sem dizer que precisamos ser bem criativos para fazer muito com bem pouco e ser criativos em achar soluções para resolver os problemas do nosso público.”

Nos últimos dois anos, Marcus Cunha trabalhou diretamente no desenvolvimento e busca de oportunidades para a startup. Atua em toda a logística de identificação das dores do público alvo, adequação da tecnologia para as necessidades do usuário e interesse do mercado. 

 

As oportunidades digitais e as healthtechs

 

marcus-cunha-jade-autism-marketing-comunicacao-empreendedorismo

Para ele, a relação entre marketing digital e startups é essencial. “Inovações nem sempre são compreendidas ou aceitas muito facilmente, o digital te proporciona a oportunidade de expandir seu alcance e ir construindo seu público e fazendo as pessoas entenderem que seu produto resolve um problema delas”, diz Marcus Cunha.

Um dos exemplos que ele cita é o Clubhouse, plataforma social à base de áudio que se tornou bastante popular com divulgação em redes sociais mesmo sendo uma ferramenta simples. “As startups têm usado muito bem a internet para apresentar suas soluções, ganhar espaço e crescer absurdamente. Temos o exemplo do Clubhouse, que teve uma estratégia muito boa e em pouco tempo se tornou uma febre devido ao burburinho gerado nas mídias sociais. Ainda é mais interessante se analisarmos pela ótica de que um grande player do mercado já tinha essa função, que é o Twitter, mas que não tinha conseguido engajar as pessoas anteriormente para usar”.

O Jade Autism, assim como outras healthtechs (startups da área de saúde) ganham espaço ao utilizar meios digitais para facilitar o acesso à informação: “ao mesmo tempo que estamos ganhando nosso espaço como empresa estamos disseminando informações sobre o autismo cada vez mais, contribuindo para uma conscientização e entendimento melhor do tema”, diz o diretor.

 

Os objetivos e os planos do Jade Autism

 

Ele explica que existe uma falta de conhecimento do público em geral sobre o TEA. “Por não conhecerem o tema, isso faz com que nosso trabalho seja redobrado para alcançar pessoas”, conta. “Isso faz com que precisemos expandir nossas estratégias de comunicação e desenvolvamos diferentes ações que passem pela conscientização, educação e especialização do tema.”

Nos planos do Jade para crescimento, uma das tarefas já está começando a se concretizar: uma plataforma educativa. “Nela teremos cursos, treinamentos, matérias informativas, suporte de especialistas e algumas outras funções. Tudo isso já era feito, mas agora iremos tornar mais acessível e escalável. A ideia é auxiliar pessoas que lidam diretamente com crianças com autismo sejam pais, terapeutas e educadores a terem mais ferramentas e informações para juntos proporcionarem um melhor desenvolvimento dessas crianças.”

“Outro projeto que temos também é para auxiliar na detecção precoce do autismo,” conta ele, “de forma a ser baixo custo e contribuir para que essas famílias obtenham respostas mais rápidas e iniciem os tratamentos de forma precoce.”

Ainda que o crescimento como startup seja importante, o que Marcus quer mesmo é que isso seja revertido em apoio direto à comunidade do TEA. “Ao ter contato direto com as famílias recebo feedbacks de como ajudamos elas, sejam com o uso do app, as orientações que damos ou o trabalho de nossos especialistas. Isso é o que me motiva hoje a buscar o crescimento da empresa, para ser capaz de ajudar mais pessoas.” conclui.

Quer saber mais sobre as estratégias do Jade? Conheça nossa história!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *