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CBD e autismo: o que a ciência mostra sobre o tratamento

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Ainda que os tratamentos com CBD (canabidiol) já sejam difundidos em alguma escala para o sistema nervoso, ainda há pouco conhecimento geral em torno do tema.

O extrato, derivado da Cannabis, é uma parte dela que não tem potencial eufórico, mas sim age nos neurotransmissores centrais. Dessa forma, é utilizada em pacientes com ansiedade, epilepsia, insônia e até dores crônicas, por ajudar na diminuição da inflamação.

Existem múltiplos estudos sendo realizados e já feitos sobre o tema, que demonstram um potencial interessante sobre o uso do extrato no tratamento do TEA. Vale lembrar que o autismo não tem cura, mas seus sintomas podem ser aliviados, por meio de medicamentos e terapias

 

O que as pesquisas dizem sobre a cannabis

 

A Ease Labs, distribuidora de CBD em território nacional, conta que estudos científicos já foram conduzidos para avaliação de tratamento e efeitos colaterais com pacientes portadores de TEA. 

A hipótese surgiu de pesquisas tangenciais, que na verdade não eram realizadas em torno do autismo. “Inicialmente, as pesquisas foram realizadas com pacientes portadores de epilepsia e outras síndromes, e que, no espectro dessas patologias, muitos pacientes apresentavam TEA.”

Ainda assim, esses resultados eram promissores e potencialmente poderiam ser transpostos para o tratamento do TEA, explica a empresa: “essas pesquisas preliminares mostraram efeitos positivos no controle de sintomas agressivos, melhora cognitiva, e melhora da qualidade de vida desse perfil de paciente, motivando o início de pesquisas e trabalhos com o público de pacientes portadores de TEA.”

 

Os benefícios do CBD no tratamento do autismo

 

Um estudo publicado pela revista Nature, muito respeitada pela comunidade científica internacional, levantou boas perspectivas em torno do tratamento com CBD. 75% dos pacientes relataram melhora ou desaparecimento completo de alguns sintomas, como agressividade, distúrbios de sono, inquietação e ansiedade. Por enquanto, não há sinais de melhora em fatores cognitivos, de linguagem e psicomotores.

O cenário, no entanto, é bastante promissor. Segundo a Ease Labs, “evidências e desfechos positivos foram encontrados, com perfil de segurança adequado do tratamento. Vale reforçar que um maior número de pesquisas e trabalhos nos dão substrato e melhor solidez a esses promissores dados positivos já encontrados.”

Um ponto importante a se abordar é que o CBD, ao contrário do derivado THC, não tem potencial de uso recreativo nem intoxicante. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o CBD é classificado como tendo baixa toxicidade e boa segurança em uso terapêutico. Não provoca efeitos colaterais como euforia e falta de cognição, nem causa dependência química.

No Brasil, a comercialização de CBD para uso estritamente médico é regulada pela Anvisa, de acordo com a RDC 335/2020. Porém a solicitação só será aceita mediante prescrição médica e envio de documentação necessária aos órgãos responsáveis.

É importante frisar que, caso o tratamento com CBD seja indicado pelo médico, ele deve existir como aliado a outras intervenções, como acompanhamento psicoterapêutico e medicações, de acordo com as orientações da equipe de saúde.

 

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