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Cannabis e autismo: tratamento aliado para o bem-estar do autista

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A cannabis tem muitas facetas: um de seus componentes, o canabidiol (CBD), é considerado um aliado para diferentes especialidades médicas e doenças. Pode ser utilizado por pacientes com problemas neurológicos, psiquiátricos, agir no alívio da dor e náusea, entre outros.

Por agir no sistema nervoso central, ela é vista como uma substância de perspectiva na ação terapêutica e médica em torno do autismo.

 

Como a Cannabis pode auxiliar o tratamento do autismo

 

“Os grandes órgãos normativos como o FDA (agência americana responsável pela regulamentação e liberação de medicamentos humanos e produtos biológicos) já apresentam o CBD, substância encontrada na cannabis, em seu portfólio de medicações autorizadas”, conta a Ease Labs, multinacional responsável pela importação do produto.  “Essa substância foi primariamente liberada para o tratamento de síndromes com epilepsia refratária, em que pacientes também apresentavam transtornos do espectro autista.”

No que tange a saúde mental, o uso terapêutico do CBD já é conhecido como potencial terapêutico para transtorno de ansiedade e depressão. A substância , que tem como objetivo resposta ansiolítica, pode aliviar os sintomas do paciente e melhorar sua qualidade de vida.

Outro aspecto importante é a parte física dos sintomas. Ainda que o autismo seja um transtorno, ele tem características físicas muito comuns: há relatos de crianças autistas com ansiedade, insônia, agressividade e outras questões que afetam o dia a dia da criança e da família.

Nesse sentido, o tratamento do TEA com CBD visa aliviar esses sintomas. A proposta, de acordo com a Ease Labs, é  atuar “na abordagem terapêutica no autismo, visando a melhora dos sintomas globais, melhor socialização, com consequente impacto na qualidade de vida, tanto do paciente, quanto do núcleo familiar do mesmo.”

 

Como o CBD é inserido no tratamento do autista

 

“Na grande parte dos casos,” explica a importadora, “existe a proposta do que chamamos de terapia combinada, onde é adicionado a terapia canabinoide a terapia farmacológica padrão do paciente.”

A Anvisa permite a importação de CBD por pessoas que façam uso terapêutico da substância, mediante aprovação médica e documentação oficial enviada aos órgãos responsáveis.

De qualquer forma, a abordagem multidisciplinar ao autismo deve ser respeitada. “As orientações médicas devem ser sempre seguidas, de forma com que exista um especialista acompanhando o tratamento com CBD”, frisa a Ease Labs.  Que ainda orienta,  fazer isso “de forma congruente e alinhada com a equipe multidisciplinar, com neurologista, psiquiatra, psicologia e terapia ocupacional.”

 

Quer saber mais sobre o tema ou iniciar o tratamento com CBD? Entre em contato clicando AQUI!

 

 

2 comentários

    • Olá, Janice.
      Este artigo é exclusivamente para abordar os efeitos/benefícios de medicamentos à base do CBD. No nosso site existem outras matérias que irão abordar a atenção e os cuidados por parte de profissionais. Mas é importante ressaltar que o uso de medicamentos não substitui ou exclui o acompanhamento de profissionais, ele é um complemento e só pode ser utilizado com recomendação médica.

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