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A utilização de apps como ferramenta de ensino para crianças com TEA

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Uma das características do TEA (Transtorno do Espectro Autista) é a dificuldade de aprendizagem e/ou o atraso no desenvolvimento cognitivo. Isso cria lacunas de aprendizado fazendo com essas crianças, em algumas situações, não consigam ter um aproveitamento necessário na educação e na socialização.

Dessa forma é necessário que as equipes multidisciplinares que atuam no atendimento dessa criança – médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicomotricistas e pedagogos – estejam alinhados na missão de encontrar quais são as melhores formas de ajudar essa criança a desenvolver todo seu potencial.

É, portanto, importante saber quais são as especificidades dessas crianças: O que aquela criança autista em especial tem dificuldade de compreender e como as pessoas ao seu redor podem ajudar?

 

Crianças autistas e a inclusão nas escola

 

Um ambiente que ainda encontra dificuldades, de acordo com Beatriz Zeppelini, é o da escola. “Existem diferenças gritantes de uma escola para outra em relação a como lidam com o processo de inclusão. Algumas escolas apresentam uma postura mais aberta e receptiva a orientações, outras mal aceitam marcar reuniões de orientação, algumas preparam um currículo adaptado voltado para necessidades individuais de cada aluno com TEA e outras apresentam discursos contra estratégias de inclusão”.

Uma das questões importantes é que, às vezes, as crianças autistas têm demandas específicas em relação à educação e precisam de diferentes estímulos para que esse processo seja benéfico. Por exemplo, estímulos visuais como jogos e outras formas de aprendizagem podem ser muito úteis nesse caso.

Mas Beatriz relembra o papel fundamental do educador. “Um aplicativo de jogos mesmo que muito bem estruturado e com uma linda proposta, precisa de profissionais bem qualificados para fazer bom uso dele, pois as dificuldades podem ser inúmeras e variar em diferentes realidades”, diz.

A ideia é contribuir para que o ensino também seja feito de forma individualizada. Respeitando, é claro, as limitações da criança, mas também focando no que a criança faz de melhor. Assim será mais simples saber quais são as adaptações necessárias, o que a criança precisa dentro e fora da sala de aula e como essa criança aprende, para que o aprendizado seja feito da melhor forma possível.

 

A tecnologia como mediador no auxílio de crianças com TEA

 

O meio digital tem sido um grande aliado para o ensino de questões básicas para crianças autistas que têm dificuldade em interpretação, para evitar o entendimento de coisas de forma literal e manter rotinas e hábitos positivos. Por exemplo, em muitas casas as famílias utilizam estímulos visuais para que as crianças saibam qual é a hora de comer, qual é a hora de tomar banho e outras atividades importantes que não devem ser esquecidas no dia a dia, gerando assim autonomia e criando uma rotina de autocuidado para a criança.

Um ponto importante é que a utilização de tecnologias nesse processo, torna a aprendizagem dessas crianças mais divertido. Brincadeiras e jogos online podem ser uma forma muito positiva já que ela estará participando de uma brincadeira de uma forma que seja estimulante e não exaustiva para ela. Ou seja, é muito mais provável que a criança se dedique aos estudos se eles forem feitos de uma forma que seja de seu interesse.

“Nenhum aplicativo substitui a ação do professor,” diz Beatriz Zeppeline, consultora educacional do Jade. “mas alguns podem contribuir para que o processo de ensino aprendizagem fique mais dinâmico, organizado e alguns até registram as respostas das crianças, o que facilita muito a dinâmica de sala de aula de alguns professores que não contam com auxiliar de classe ou mediador que atue facilitando o processo de inclusão da pessoa com TEA.”

 

Jade Autism

 

O Jade é uma startup de soluções terapêuticas para o desenvolvimento de crianças com comorbidades cognitivas como o autismo. Agora o Jade Autism busca envolver também a área da educação com o novo software que será lançado em breve!

A ideia é que as mesmas qualidades de envolvimento do profissional no desenvolvimento da criança sejam acessíveis para profissionais da educação: professores, pedagogos, diretores e outras pessoas envolvidas na vida da criança vão poder acompanhar de perto e individualmente cada uma delas em como elas se desenvolvem novas habilidades e interagem com o mundo.

 

Quer saber mais e saber ocorrer o lançamento? Acompanhe nossas redes sociais e fique de olho nas novidades.

 

2 comentários

  • Boa tarde!
    Sou professor da Rede Municipal de Indaiatuba e tenho um aluno com TEA severo. Vi e li alguns artigos e achei interessantes como informações. Fui tentar fazer o cadastro para conhecer o jogo e ele pediu o diagnóstico e data do mesmo. Deduzi que se trata do cadastro do autista?
    Gostaria de saber mais sobre como funciona para poder indicar para a mãe do aluno.
    Obrigado!
    Wilson

  • Parabéns !Sou aluna no curso de psicologia e aprendo muito com os temas abordados por voces!Gostaria de agradecer é gostaria imensamente de ter mais contatos com vocês especialistas com muitos conhecimentos a compartilhar.

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