Uma das preocupações de pais e responsáveis de crianças autistas é a agressividade que elas demonstram. Muitas vezes fora do controle da criança, essa é uma resposta emocional a um ambiente de muitos estímulos.

A agressividade é uma das estereotipias do autismo: comportamentos que destoam das pessoas ao seu redor e podem causar estranhamento, além do desconforto da criança. Movimentos rápidos, repetição de palavras, entre outros comportamentos são sinais que aparecem com frequência em pessoas com TEA.

Quando a criança, que já tem hipersensibilidade, é estimulada demais, ela fica emocionalmente sobrecarregada. Além disso, há barreiras de comunicação que a deixam impossibilitada de expressar o desconforto.

A junção desse cenário, principalmente quando os adultos não conseguem identificar e remover o estímulo, gera crises e agressividade.

 

A agressividade vai além da autoagressão

 

Uma das vertentes do espectro autista é a dificuldade de comunicação interpessoal e formação de laços. Essa dificuldade se pronuncia de forma clara na infância, já que as crianças têm comportamentos destoante das outras e encontram dificuldade em socializar.

Além disso, a ansiedade ligada ao autismo, juntamente com o interesse hiperfocado em alguns assuntos, faz com que a criação de amizades se torne mais complexa para essas crianças.

A agressividade característica surge como o terceiro pilar dessa dificuldade: quando as crianças respondem de forma agressiva a estímulos, isso gera desconforto em outras crianças e as isolam. Já a criança autista não consegue explicar seu desconforto, o que gera frustração e sentimento de não pertencimento.

 

O CBD como forte aliado nessa equação

 

O autismo não tem cura, mas é um transtorno cujos sintomas podem ser tratados de forma humanizada por uma equipe multidisciplinar. Com o auxílio de pediatras, neurologistas, terapeutas, fonoaudiólogos e outros profissionais de saúde, a criança desenvolve habilidades cognitivas e formas saudáveis de autoexpressão.

O canabidiol (CBD) é um derivado da planta Cannabis. Sem potencial eufórico e sem potencial de hiperestimulação, esse derivado é utilizado por equipes médicas em forma terapêutica para múltiplos fatores. Alivia dores crônicas, apresenta potencial anti-hemético (redução de náuseas e vômitos) para pacientes quimioterápicos e pode ajudar em pacientes com Alzheimer e Parkinson. É uma substância reconhecida nos cuidados com pacientes epilépticos no gerenciamento de crises.

“A terapia canabinoide é baseada principalmente no conhecimento do sistema endocanabinoide”, explica a Ease Labs, distribuidora de CBD no Brasil. “O sistema endocanabinóide é formado pelos receptores canabinóides, presentes em diversos órgãos e tecidos, e esses receptores influenciam em neurotransmissores tais como dopamina, serotonina, GABA, com potenciais farmacológicos na motricidade, contração muscular, neurodesenvolvimento, diminuição do limiar convulsivo, além de atuar no sono, apetite e bem estar.”

 

Muito além do controle da agressividade – ganhos para todo o tratamento

 

“Muitos pacientes com autismo também apresentam outros problemas de saúde como crises convulsivas, alteração do apetite, dor crônica e problemas com sono”, reflete a distribuidora.

Por isso, os estudos em torno do CBD tem focado também nas possibilidades acerca desse tratamento: “Além do benefício no controle da agressividade e no auxílio nas questões comportamentais, a terapia canabinoide também tem indicações em pacientes com crises convulsivas, diminuindo a recorrência das mesmas, além de auxiliar na melhora do padrão do sono e melhora do apetite por exemplo. Esses ganhos são importantes, uma vez que priorizamos sempre o tratamento completo dos pacientes.”

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